O recado das urnas eleitorais

O momento é oportuno para procurarmos entender os recados que nos foram deixados pelas urnas e, de consequência, quais as pretensões da população brasileira em relação aos nossos representantes políticos. De primeiro o fato de que cerca de 1/3 (um terço) dos eleitores aptos a votar se abstiveram de comparecer ao processo eleitoral e, por isso mesmo um dos primeiros questionamentos é buscar respostas ao porquê dessa omissão. Já respondendo, ficam as seguintes dúvidas: - Cansaço com a classe política? - Omissão propriamente dita? - Exaustos com a corrupção e/ou roubalheira? - Descredito com nossa capacidade de recuperação? ou estamos sob o jugo ou subordinados aos interesses de ditadores? Seja lá qual for a resposta ou entendimento a que chegaremos, o importante é crer fielmente que todos nós estamos ávidos por mudanças, por novos rumos ou por novos tempos e este processo já foi iniciado, não podemos paralisar ou desistir, a hora é essa não há que se esmorecer ou voltar atrás. Tanto é verdade, que segmentos dos três poderes constituídos já entenderam esse recado e, por isso mesmo o que se verifica é uma corrida para acomodação, sem perda das suas atuais ocupações. O mais importante é que este aviso foi assimilado pelos atuais gestores, sabendo claramente que não há volta, não haverá qualquer possibilidade de retrocesso, há não ser que haja um acovardamento geral de nossa população, especialmente de quem detém as armas nas mãos – OS ELEITORES. Por tudo isso, importante que tomemos consciência de que o momento exige que façamos um compromisso com nossa Nação e com nossas famílias de que, somente comparecendo maciçamente às urnas e proferindo nosso voto é que concluiremos o que foi iniciado e que estamos pretendendo, qual seja, fazermos um novo recomeço!







