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Política e Economia

Câmara tem sessão marcada por debate sobre estadualização de escolas

Vereadores rejeitaram pedido de cassação do prefeito

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População durante acompanhou as discussões no plenário  (Foto – Comunicação Câmara)
População durante acompanhou as discussões no plenário (Foto – Comunicação Câmara)

A última sessão ordinária da Câmara Municipal de Barretos do mês de outubro foi marcada pela discussão sobre a possibilidade de estadualização das escolas municipais São Francisco e Professor Giusseppe Carnímeo. As galerias do Poder Legislativo ficaram repletas de professores, pais e integrantes da população que acompanharam as discussões.

Atendendo à convocação dos vereadores, por meio do Requerimento nº 2.492/2026, estiveram presentes na sessão o secretário municipal de Negócios Jurídicos, Caio Cesar Ramiro da Silva; a secretária municipal de Educação, Mirka de Oliveira Stefani Costa; os servidores municipais Danilo Pelegrini Felipe e Thaismara Alonso Taveira Batista; além do dirigente regional de Ensino, Marco Aurélio Catto. “Recebemos os convidados, que deram algumas explicações sobre o assunto, mas não ficou bem claro e nem resolvido, porque ainda é um tema em tratativas e há muitas dúvidas. Essa é a preocupação de muitos professores e pais de alunos”, afirmou o vereador Elson Santos (Republicanos).

Os vereadores se posicionaram contra o projeto de estadualização, e deverá ser realizada uma audiência pública para discutir o assunto.

ABERTURA DE PROCESSO

Também foi apreciada na sessão a denúncia contra o prefeito Odair de Moura e Silva, apresentada pela ex-vereadora Gláucia Martins Simões. Após a leitura da Correspondência Recebida nº 218/2026, foi rejeitado, por 11 votos a 5, o pedido de abertura de processo administrativo contra o chefe do Executivo, após fala em reunião. De acordo com o vereador Elson Santos, a maioria entendeu que não havia motivo para criar uma desestabilização política no município em razão da gravação. “Existem outros meios para que quem se sentiu ofendido possa recorrer à Justiça e resolver esses fatos”, disse o parlamentar.

 

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